O sócio-gerente da empresa Mundo Clean Service, Gilson Guilherme, alertou que o combate às pragas urbanas não se resume apenas à contratação de serviços de desinfestação, sendo necessário que famílias e instituições adoptem medidas preventivas dentro dos seus espaços.
Por: Redacção
Segundo o responsável, a limpeza continua a ser o ponto de partida no processo de prevenção, porém, não é garantia absoluta de que o ambiente estará livre de roedores, baratas, percevejos e outros insectos.
“Não basta apenas contratar uma empresa para fazer o serviço de desinfestação. As famílias e as instituições devem criar condições para que os insectos não entrem em casa, tomando medidas preventivas”, afirmou.
Gilson Guilherme chamou também a atenção para a crescente utilização de produtos caseiros e sprays vendidos informalmente nas ruas, muitos de origem asiática. Embora reconheça que tais produtos produzem efeitos, referiu que não passam de soluções temporárias.
O representante da Mundo Clean Service destacou que apenas as empresas especializadas detêm os métodos adequados e a capacidade de avaliar o nível de infestação.
“Quando se faz o controlo de pragas, apenas as empresas conhecem os métodos correctos. Só elas é que vão avaliar em que nível a praga já se encontra”, disse, referindo casos como o controlo de roedores, baratas e aracnídeos.
Em termos de periodicidade, recomendou que a desinfestação seja feita entre três a seis meses, particularmente em ambientes com maior circulação ou risco.
Observou ainda que, caso as pragas voltem a aparecer pouco tempo após o serviço, é essencial que o cliente volte a contactar a empresa e também reveja o nível de organização da sua residência.
No caso dos condomínios, defendeu a realização do serviço de forma simultânea entre os moradores, para evitar a migração das pragas para casas vizinhas.
“Quando se faz apenas numa moradia, as pragas podem ser repelidas e migrar para outro espaço. Por isso, em condomínios aconselha-se que todos façam ao mesmo tempo para que o problema seja resolvido”, explicou.
Para Gilson Guilherme, o controlo profissional é mais eficaz e financeiramente racional.
“Mais vale pagar por um serviço que será bem feito do que gastar constantemente com produtos que não irão apresentar o resultado esperado”, concluiu.

