Uma das principais mudanças é a transferência para o Governo Provincial de todos os projetos de reabilitação urbana, que até agora eram conduzidos pelo Ministério das Obras Públicas. Nunes argumentou que, sendo ele o titular da província, os projetos devem estar sob a sua tutela direta. A gestão das centralidades também deixou de estar no Instituto Nacional da Habitação (INH), passando para o Governo Provincial. Empresas públicas estratégicas como EPAL e TCUL encontram-se igualmente em processo de transição para a tutela provincial, reforçando o controlo administrativo de Nunes sobre os serviços essenciais da capital.
Para 2026, o Presidente duplicou o orçamento da província, tornando Luís Nunes o governador de Luanda com maior capacidade financeira da última década. Em comparação, o falecido Sérgio Rescova geriu cerca de US$ 403 milhões, Ana Paula de Carvalho administrou US$ 988 milhões, e Manuel Homem teve um orçamento de US$ 516 milhões. Já Luís Nunes recebeu aprovação para US$ 1,17 mil milhões, consolidando uma posição inédita de força administrativa.
Fonte: Club K

