Até agora, Kopelipa vinha recebendo assistência médica na vizinha República da Namíbia, onde especialistas acompanhavam a evolução da sua condição visual. A escolha da Namíbia deveu‑se a uma recomendação médica inicial que desaconselhava viagens longas para a Europa, devido ao risco associado à sua pressão ocular, que poderia ser afetada por voos prolongados.
Contudo, segundo informações apuradas, na última deslocação à Namíbia, o especialista que o acompanha concluiu que o quadro clínico estava a tornar‑se crítico, recomendando a sua transferência imediata para Espanha, onde teria acesso a cuidados mais avançados.
Para minimizar riscos, o general terá viajado fazendo escalas curtas em vários países, evitando um voo direto de cerca de sete horas, considerado inadequado para o seu estado ocular.
Fonte: Club K

