A administração do Mercado do KM 30 nega que o recinto comercial esteja a ser utilizado para a prática de prostituição, contrariando denúncias segundo as quais o local tem servido de espaço para o exercício daquela actividade.
Por: Redacção
O posicionamento foi manifestado pelo administrador adjunto do mercado, Benedito Domingos, quando abordado sobre a realidade do referido espaço comercial. Segundo o responsável, não há registo da prática de prostituição dentro da área onde estão instalados os vendedores.
Benedito Domingos admitiu, no entanto, a existência de relatos sobre a prática da actividade em zonas exteriores e em áreas de mata pertencentes ao perímetro do mercado. Esclareceu que essas zonas não são utilizadas para a actividade comercial e que a administração não reconhece nem autoriza a prática de prostituição no local.
O administrador adjunto garantiu ainda que, sempre que recebe denúncias sobre o assunto, a administração procura enviar supervisores às áreas indicadas para averiguar a situação e intervir, sempre que necessário.
A prática da prostituição em Angola é antiga e envolve, sobretudo, mulheres que encontram nesta actividade uma forma de garantir o sustento das suas famílias e fazer face a outras necessidades.
A praça do 30 é considerada um dos maiores mercados a céu aberto do país, destacando-se também como um dos principais centros de comércio e uma importante fonte de emprego informal em Angola.
Foto: Tirada na internet

